
"Aqui jaz CPU da Silva."
Gente, deu-se a hecatombe informática! Naveguei pelas águas do misterioso Triângulo das Bermudas e naturalmente desapareci, só para dar emoção. Meu computador queimou com tudo dentro: sabe aquele peru de natal imenso e obeso que seu avô comprou a custa de muitas mortes no supermercado e sua mamãe o recheia com castanhas, farofa, pão, cenoura, passas, alicate de unhas, casca de ovo, sopro de vela, reza e abacate; e com muito carinho o deposita no forno pré-aquecido por meia hora e espera com toda a paciência do mundo o termômetro vermelho nojento subir, mas o telefone toca e o peru chamusca até a alma?
Foi mais ou menos assim.
Perdi fatos, fotos, escritos, importâncias e bobagens, MALDITO BACK UP NÃO FEITO!
Foi mais ou menos assim.
Perdi fatos, fotos, escritos, importâncias e bobagens, MALDITO BACK UP NÃO FEITO!
É; meu computador abortou e foi excomungado: comprei outro.
Por isso demorei. Perdoável, não?
Por isso demorei. Perdoável, não?
***
Agora eu sou uma mulher dinâmica e gordura saturada só no meu quadril! Joguei o sedentarismo para o alto. Perdi a graça.
***
Tive um sonho muito alucinado:
Estava eu à noite rodando amostrada num fusca maravilhoso verde-água-do-mar-quando-chove numa cidade bonita e arborizada, quando fui sequestrada por três travestis maravilhosos que muito me lembraram Britney Spears, a Barbie e Hilary Clinton. Os (as) três meliantes me levaram para um chalé di-vi-no, e eu fui monitorada twenty four seven (24h/dia) por câmeras bem Big Brotheranas. O conflito era tentar escapar sem ser descoberta pelas câmeras mas os travecos charmosos eram muito sagazes. Sofri horrores.
Estava eu à noite rodando amostrada num fusca maravilhoso verde-água-do-mar-quando-chove numa cidade bonita e arborizada, quando fui sequestrada por três travestis maravilhosos que muito me lembraram Britney Spears, a Barbie e Hilary Clinton. Os (as) três meliantes me levaram para um chalé di-vi-no, e eu fui monitorada twenty four seven (24h/dia) por câmeras bem Big Brotheranas. O conflito era tentar escapar sem ser descoberta pelas câmeras mas os travecos charmosos eram muito sagazes. Sofri horrores.
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Colei grau, foi lindo. Coisa de cinema:
Colei grau, foi lindo. Coisa de cinema:
"Emanuella de Paula"
- Mamãe é agora. Se levanta.
[...]
- Mamãe, coloca o anel.
[...]
- Mamãe, é pra colocar no dedo!
[...]
- Mamãe? Ma-mã... MÉDICOS!!!
[ela esteve excessivamente emocionada]
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Agora uma nova etapa da brilhante saga do abacaxi: Artes Cênicas.
Não resisti às intempéries acadêmicas, voltei à ativa. Papai desmaiou quando soube, mas ele sobrevive. Depois recitou [quase em latim] a tragédia grega ["Ai de mim!"] daqueles que pensam que podem ser atores mas não podem. É, papai; é triste. Mas relaxe, você é um ótimo Bacharel em Direito.
Não resisti às intempéries acadêmicas, voltei à ativa. Papai desmaiou quando soube, mas ele sobrevive. Depois recitou [quase em latim] a tragédia grega ["Ai de mim!"] daqueles que pensam que podem ser atores mas não podem. É, papai; é triste. Mas relaxe, você é um ótimo Bacharel em Direito.
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Por falar em artes cênicas, muitas pessoas na minha turma têm um enorme potencial de fornecedores oficiais de histórias para o Delícia de Abacaxi. Eis uma crônica bem bromeliana:
Os banhos coletivos escolares são sempre bem festivos. Bolhas de sabão colorem os azulejos que contrariando a etmologia, são brancos. As mocinhas em polvorosa, hipnotizadas pelo chuveiro elétrico, desenham nos espelhos embaçados traçados pueris. As outras, mais concentradas no aquecimento global, tomam um rápido e gélido banho ecológico. Klébya é uma delas. Ensaboava os braços tranquilamente quando sente falta da toalha que fora esquecida no balcão. "Ora bolas!", pensou. Passou a mão pelo ferrolho da porta e qual foi sua surpresa quando sua mão deslizou em nulo atrito porta adentro. "Vamos lá ferrolhinho legal, abre aí!". Nada. Tentativas suadas e ensaboadas foram inúteis. O jeito era apelar: "SOCORRO!". As meninotas das duchas vizinhas puseram-se a rir, mas chamaram a zeladora. A criatura incrédula ordena que Klébya passe por baixo da porta. "Nem morta!". Não tinha jeito, tinha que ser por cima. A zeladora gorda, forte e suspeita, joga os braços para cima e grita como se estivesse num show do Asa de Águia. Klébya prende a respiração e envergonhadamente se lança em mosh por cima da porta com a ajuda de uma "tereza" de toalhas solidárias em meio ao lesbianismo gregário acidental. Do jeito que veio ao mundo, com o bônus do sabão. Humilhada? Jamais! Venceu o ferrolho maldito e as mãos taradas da zeladora foram sentidas por nádegas de outrem. Sorte de Klébya.
O Insólito Banho de Klébya
Os banhos coletivos escolares são sempre bem festivos. Bolhas de sabão colorem os azulejos que contrariando a etmologia, são brancos. As mocinhas em polvorosa, hipnotizadas pelo chuveiro elétrico, desenham nos espelhos embaçados traçados pueris. As outras, mais concentradas no aquecimento global, tomam um rápido e gélido banho ecológico. Klébya é uma delas. Ensaboava os braços tranquilamente quando sente falta da toalha que fora esquecida no balcão. "Ora bolas!", pensou. Passou a mão pelo ferrolho da porta e qual foi sua surpresa quando sua mão deslizou em nulo atrito porta adentro. "Vamos lá ferrolhinho legal, abre aí!". Nada. Tentativas suadas e ensaboadas foram inúteis. O jeito era apelar: "SOCORRO!". As meninotas das duchas vizinhas puseram-se a rir, mas chamaram a zeladora. A criatura incrédula ordena que Klébya passe por baixo da porta. "Nem morta!". Não tinha jeito, tinha que ser por cima. A zeladora gorda, forte e suspeita, joga os braços para cima e grita como se estivesse num show do Asa de Águia. Klébya prende a respiração e envergonhadamente se lança em mosh por cima da porta com a ajuda de uma "tereza" de toalhas solidárias em meio ao lesbianismo gregário acidental. Do jeito que veio ao mundo, com o bônus do sabão. Humilhada? Jamais! Venceu o ferrolho maldito e as mãos taradas da zeladora foram sentidas por nádegas de outrem. Sorte de Klébya.
"Vamos evitar constrangimentos."
NEXT!!!
Lo Juro!
senti saudades...



